quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Último trailer de "Coringa" é lançado; assista



                    Assista ao trailer

Dirigido por Todd Philips (Se Beber, Não Case!, Cães de Guerra) e estrelado por Joaquin Phoenix (Her), foi lançado o último trailer do filme "Coringa", que deve trazer uma história de origem de um dos maiores vilões da cultura pop. O longa não deve ser baseado em "A Piada Mortal", uma HQ do Batman que mostra como o Coringa virou o inimgo número 1 do Morcego de Gotham. Nos cinemas, o filme "Batman (1989)" trouxe em sua narrativa Jack Napier (que mais tarde se tornaria o Coringa) como o assassino dos pais de Bruce Wayne, que foi o mais perto de contar nas telonas como o personagem surgiu. Desde então o vilão foi interpretado por Heath Ledger em "Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008)" e Jared Leto em "Esquadrão Suicida (2016)". O filme estreia no Brasil em 3 de outubro.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

O quase beijo de Camila Cabello e Shawn Mendes é o ponto alto do VMA 2019

      
       Assista a performance e tirem suas próprias conclusões

Desde que ambos foram anunciados para se apresentarem no Video Music Awards, o VMA desse ano, a expectativa era que Camila Cabello e Shawn Mendes confirmassem os rumores de que estão namorando com um beijo. Para a tristeza de muita gente, isto não aconteceu. Os dois fizeram uma ótima performance de "Señorita", canção que ontem entrou no número 1 da Hot 100 da Billboard, a principal parada americana de singles, mas o beijo que todos estavam esperando não rolou.

Claro que a premiação não se resumiu apenas a isso. Taylor Swift abriu com um medley de duas canções do último álbum, "You Need to Calm Down" e "Lover". Lil Nas X, dono do hit do ano nos Estados Unidos ("Old Town Road"), cantou "Panini" seu próximo single, o que é pra mim inexplicável. Por mais que a canção que passou 19 semanas no topo do Hot 100 possa estar batida, é muito provável que nenhuma outra música sua chegue perto de ter um sucesso desse nível. Nem que fizesse um medley, como fez Swift, essa foi sua primeira apresentação numa premiação e ele deixou escapar uma grande oportunidade de eternizar ainda mais o hit.

A rapper Missy Elliot foi a grande homenageada da noite. Ela recebeu o Video Vanguard Award, que premia artistas por seu trabalho além da música. A cantora de 48 anos cantou grandes sucessos como "Get Ur Freak On" e "Lose Control".


Sobre a premiação em si, Taylor Swift também roubou a cena. A cantora levou o prêmio de "vídeo do ano" por "You Need To Calm Down" e de "vídeo por uma causa" pela mesma canção. Lil Nas X venceu o prêmio de "canção do ano" com o megahit "Old Town Road (Remix)". Rosalía e J Balvin levaram o prêmio de "melhor latino", com direito ao colombiano pedindo ajuda para a Amazônia em seu discurso.

Confira a lista com todos os vencedores no site da MTV.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Era uma vez... em Hollywood traz de maneira grandiosa a fórmula de Tarantino


Quentin Tarantino é sem dúvida um dos mais famosos cineastas desde os anos 90. Seus filmes possuem uma ótima bilheteria independente da história, mas "Era uma vez em... Hollywood (2019)" tinha um aperitivo a mais: anunciado em 2017, o longa teria como assunto principal Charles Manson, líder de uma seita responsável por vários assassinatos no final da década de 60, entre eles, o da atriz americana Sharon Tate, considerada na época uma grande promessa da indústria e indicada a um Globo de Ouro em 1968.

Entretanto, o que vimos nas telas não foi bem isso. A premissa do filme foi a história de Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), um ator de filmes e séries de bang-bang começando a ficar decadente em Hollywood e seu dublê/faz-tudo Cliff Booth (Brad Pitt). Essa foi a segunda vez que DiCaprio e Brad Pitt trabalhavam com o diretor. O ganhador do Oscar de melhor ator em 2016 pelo "O Regresso (2016)" havia interpretado Calvin Candie em "Django Livre (2012)", e Brad Pitt fez o inesquecível Tenente Aldo Raine em "Bastardos Inglórios (2009)". Essa porém foi a primeira vez que ambos os atores atuaram juntos. Margot Robbie, indicada ao Oscar ano passado, estreou com o diretor interpretando Sharon Tate, uma atriz que começava a chamar atenção de Hollywood. Outra novidade para Tarantino foi não ter Harvey Weinstein envolvido neste projeto. O produtor americano havia trabalhado com o diretor em diversos trabalhos, mas Tarantino decidiu cortar relações após os casos de abuso e assédio sexual virem à tona em 2017.

Voltando ao filme, a história em si não é original. O que não faltam são filmes sobre atores decadentes tentando se reinventarem, mas a relação de Rick Dalton com Cliff Booth chama atenção. O personagem de Brad Pitt chama mais atenção que o suposto protagonista do filme. Enquanto isso, vemos uma Sharon Tate se encontrando em Los Angeles e sendo vizinha de Rick Dalton, apesar dos dois nunca se verem. Crescia também a comunidade hippie americana (o filme é ambientado em 1969, ano da morte de Sharon Tate e do Festival Woodstock, um marco do movimento hippie), que é várias vezes zombada pelo personagem de DiCaprio.

A PARTIR DAQUI O TEXTO CONTÉM POTENCIAIS SPOILERS

Até um pouco mais de duas horas de filme, é difícil saber exatamente o que estamos assistindo. É um filme sobre um ator com medo de cair no esquecimento se arriscando em um novo trabalho? E Sharon Tate? Por que ela está desconectada da história? Ela é apenas a vizinha de Rick Dalton? Não deveria ela ser a principal pelo contexto do que aconteceu na vida real? É aí que entra Quentin Tarantino. Na meia hora final de filme, o diretor quebra todas as expectativas do espectador que foi aos cinemas esperando para ver uma simples representação do que aconteceu naquela noite de 8 de agosto de 1969. Diferente do que fez em "Bastardos Inglórios", a licença poética de Tarantino tem total influência para o fim da história, mesmo que ainda assim, na última cena em especial, você fique desconfiado. Se Sharon Tate ou Hollywood foram homenageados? Eu diria que a arte cinema foi a grande homenageada.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Quem sou eu

Meu nome é Lucas Barboza, tenho 23 anos e sou estudante de Comunicação Social da PUC-Rio. Comecei a graduação querendo ir para o jornalismo esportivo, mas descobri várias outras possibilidades. Ainda me interesso por esportes, mas atualmente estou mais ligado a área cultural. Sonho em fazer coberturas de grandes eventos, como festivais de música e cinema, premiações e convenções.

Aqui nesse espaço vou falar sobre cultura pop. Sou muito fã de música (é possível encontrar Ariana Grande, Chico Buarque e Iron Maiden numa mesma playlist minha), filmes, séries (qualquer coisa menos terror) e quadrinhos (principalmente os da Marvel). De alguns anos pra cá esse assunto tem me interessado muito. Costumo questionar comigo mesmo a partir de que momento começamos a usar o termo "cultura pop", como ela influencia a nossa sociedade, e talvez o mais importante, o que é a cultura pop propriamente dita.